Mensagem do Secretário-Geral da ONU no Dia Internacional da Felicidade
Os conceitos gémeos de felicidade e bem-estar surgem cada vez mais nas discussões internacionais sobre o desenvolvimento sustentável e sobre o futuro que queremos.
Muitos países estão a ir para além da retórica da qualidade de vida ao incorporar medidas práticas que promovem esses conceitos na sua legislação e formulação de políticas. Estas boas práticas podem inspirar outros países a fim de que a medição e contabilização de bem-estar mais amplo, e não apenas a produção nacional, se torne numa prática universal.
Felicidade pode ter significados diferentes para pessoas diferentes. Mas todos nós podemos concordar que significa trabalhar para acabar com o conflito, pobreza e outras condições lamentáveis em que muitos de nossos companheiros seres humanos vivem.
A Felicidade não é uma frivolidade, nem um luxo. É um anseio profundo compartilhado por todos os membros da família humana. Não deve ser negado a ninguém e deve estar acessível a todos. Essa aspiração está implícita na promessa da Carta das Nações Unidas para promover a paz, a justiça, os direitos humanos, o progresso social e melhores padrões de vida.
Agora é a hora de converter essa promessa em ação internacional e nacional concreta para erradicar a pobreza, promover a inclusão social e a harmonia inter-cultural, garantir meios de subsistência decentes, proteger o meio ambiente e construir instituições para uma boa governação. Estas são as bases para a felicidade e o bem-estar humanos.
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